B.A. – Sobre pirar e se inspirar…

Piro e me inspiro...
Piro e me inspiro…

Desde que me lembro, desde a mais remota memória que tenho de minha infância, eu crio coisas. Um desenho, uma revistinha, uma HQ, listas, letras de música, poemas, sempre fui muito inventivo. Se não tinha algo pra fazer eu inventava, criava e me reinventava todos os dias. Hoje olho pra trás e sinto que nada, absolutamente NADA, mudou.Aliás mudou sim, minha mente está ainda mais inquieta, o que me leva a ter sempre cerca de (no mínimo) uns dez projetos ao mesmo tempo.

Para saciar minha mente inquieta sempre comprei muitas revistas e lembro que certa vez li um autógrafo da Madonna, na revista Atrevida (ela ainda existe?), que me marcou muito. Assinado, na foto promocional do disco Ray Of Light, estava escrito: “Dare to Dream”. Esta madrugada, uma da manhã e lá estava eu anotando isso pra não me esquecer e lembrando a mim mesmo que essa foi a melhor e maior mensagem que já li na vida.

Hoje, 16 anos depois, eu sei o valor de um sonho e o quão confuso e cheio de curvas pode ser o caminho para alcançar um. Sempre quis trabalhar com algo que me desafiasse diariamente e me levasse a algum tipo de criação e aqui estou, no planejamento estratégico de uma agência de publicidade e propaganda. Envolto em cadernos, agendas, canetas e muitas anotações de ideias, desenhos e rabiscos, sou hiperativamente criativo. Isso me leva a todos os dias buscar uma nova criação, seja campanha ou qualquer coisa… mas isso acontece não apenas para satisfazer um cliente, mas sim para executar a melhor ideia que eu tiver (meu melhor) para o público dele.

Louco, né?! Mas acho que aprendi algo com a Madonna e desde então todos os dias eu “OUSO SONHAR”.

me boy diary blog friends love
Da esquerda pra direita: Cah, Nanda Bio (aka Argentina) e Malu, companheiras dessa maravilhosa “loucura criativa” que é o meu dia-a-dia na agência.
me ordinary day boy diary lonely
Pareço calmo mas dentro de mim tem um furacão criativo que mal consigo conter.

 Obs.: Os cliques todos agradeço a Natasha Boher (que mora no meu core)

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